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Coincheck começa a reembolsar usuários afetados pelo hack de US$ 530 milhões

A exchange japonesa Coincheck está começando hoje a reembolsar as vítimas que perderam fundos em um hack que viu cerca de US$ 530 milhões roubados da plataforma em janeiro.

Em uma postagem no blog em 12 de março, a Coincheck disse que irá reembolsar os usuários com a taxa de 88.549 ienes japoneses (ou $ 0.83) por token NEM roubado – o mesmo valor conforme indicado em seu plano de compensação inicial – para as contas dos clientes que possuíam o token no final de 26 de janeiro, horário do Japão.

Conforme relatado anteriormente, a Coincheck primeiro confirmou o hack em 26 de janeiro, afirmando que cerca de 523 milhões de tokens foram roubados. Com base no plano de compensação, os usuários verão um pagamento combinado de US$ 420 milhões.

A atualização de hoje segue a conferência de imprensa da empresa na última quinta-feira, em que seu CEO e COO anunciaram que a compensação começará esta semana, em resposta a vários processos judiciais e uma sondagem de um mês de duração pelo regulador financeiro do Japão, a Agência de Serviços Financeiros (FSA), sobre a capacidade financeira da empresa para emitir os reembolsos.

Além disso, a Coincheck também anunciou hoje que está reiniciando os saques, assim como a negociação de várias criptomoedas incluindo ETH, ETC, XRP, LTC, BCH e BTC. A exchange ainda indicou que levaria mais tempo para retomar serviços para outros ativos.

Enquanto a empresa tenta fazer com que seu negócio funcione de volta ao normal, outro relatório de hoje indica que a Coincheck pode ter sido comprometido semanas antes do roubo acontecer.

De acordo com a Nikkei Asia Review, a causa da violação, conforme identificado anteriormente pela Coincheck, era uma forma de malware que havia infectado os sistemas de computadores internos da empresa.

O novo relatório, citando fontes anônimas próximas à investigação da polícia, disse que os hackers tinham enviado primeiro e-mails de phishing aos funcionários da Coincheck no início de janeiro, que em seguida, injetou o vírus após que os links foram clicados pela equipe.

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